domingo, 8 de fevereiro de 2009

Minhas fúrias silenciosas


Este é o meu fardo: existir e lutar por uma sobrevivência que eu nem faço questão- que aos meus olhos soa como uma espécie de extinto absurdo. Como se não bastasse, eu penso e penso...
Penso tanto, me calo quase diariamente, respiro, tolero regras, caminho sem perspectivas por uma trilha cheia de armadilhas e nem sei o por quê. Eu trilho o desconhecido, eu tento relembrar os meus princípios aprendidos quando ainda era criança.
Mas não aceito as regras, minhas condições minhas limitações, e para ser sincera, eu me sinto presa em uma enorme teia de aranha: quanto mais me movo, mais me prendo.
O absurdo de toda essa situação em que me encontro, é acreditar ainda que eu posso voar. Mas me disseram que eu podia, e eu criatura tola que sou acreditei mesmo que eu pudesse voar...Mas sei que não posso.Por isso, me encontro assim, desse jeito: conformada com minha impotência e ao mesmo tempo com minhas fúrias silenciosas...

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