segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Palavras do silencio


Tem quem fale demais e ouve menos. Tem quem ouça mais e diga menos. Há quem reproduza o som das palavras. há quem considere a palavra dita e quem desconsidere. Há quem distorça o significado da palavra e tente nos persuadir que sua interpretação é a correta. Falem o que quiser e sem pensar, palavra minha hoje é "SILÊNCIO". Silencio não fala mas nos persuade a pensar antes e depois de falar!

Palavra é espada: existe justiça na palavra, injustiça também. Existe falta na palavra, tal qual o excesso em palavras. E existe é claro, a palavra "justiça", a palavra "Fé",a palavra "Falta" e "excesso". Existem os substantivos, adjetivos, verbos, advérbios... Versos, palavras diversas e sem nexos, pensamentos sem nexo.

Existiria verdade nas palavras? Eu sei que existe a palavra "verdade", mas qual é a verdade em seu real sentido?
Metáforas, sátiras, hipérboles, antíteses, eufemismos...comédias, tragédias, autos, poesias, romance, prosa poética...A palavra tem sabor, textura, odor? Pois esta aqui tem cor, esta mesmo é
Azul
.

Quem fala demais, diz de menos. Fala para não ficar só, mas acaba por ficar só com palavras. Quem fala de menos precisa dizer de vez em quando pra não ficar só, também.


A palavra nasce quando é dita e pensada, morre no mesmo instante que nasce. A palavra é abortada: vira espada e escudo, carinho e tapa!


A palavra foi morta por outra palavra, isto se chama discurso, falácia!

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