Acordar e o primeiro sentido tido, obitido, o sentido de tanto sentir...
Tato.
Com "tato" e alguns sussurros intercalados com beijos acalorados.
Entre um beijo e outro, e outro e mais outro, um fugaz piscar de olhos:
Meus olhos de encontro aos teus,
meus lábios preso aos teus.
Tão leve, lentamente fecho os olhos,
e sigo com o sentido, sem o último sentido,
até o último suspiro...
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
Em meu vívido sonho matinal, você me abraça ainda mais forte.
O calor e o pulsar do seu corpo sobre o meu, você me toma em teus
braços, meu corpo passa a ser teu.
Nestas manhãs ao teu lado, não penso, apenas sinto.
Suas mãos, sua respiração me guiam a outro plano, ao desconhecido.
E por sentir, eu me entrego aos meus, aos teus e aos nossos desejos sincronizados.
Sem pensar, me dou por completo à deliciosa paixão voraz que nos consome neste instantes fulgaz.
Nenhum comentário:
Postar um comentário