
A lagarta passa um terço de sua existência alimentando-se constantemente, com o intuito de algum dia tornar-se em algo notável e livre. No segundo terço de sua vida, a jovem lagarta constrói uma nova e temporária morada. O que conhecemos por casulo, na verdade trata-se de um pequeno mundo dentro de um outro mundo. A lagarta o constrói para voltar-se para dentro de si mesma tornando-se em algo admirável tanto para o mundo quanto para si mesma.
O sonho de toda lagarta é tornar-se em uma borboleta. Aliás, não trata-se de um sonho ou um ideal apenas, mas o propósito de vida de toda lagarta. Algo que vem do extinto, algo ligado à essência de cada lagarta.
Entretanto, existe uma lagarta em especial que em meio de seu estágio de isolamento, está cercada de dúvidas e temores, e que se questiona: " O que será de mim quando eu sair daqui? Eu que sempre vivi como uma lagarta cujo o propósito é tornar-se borboleta, agora eu questiono: como haverei de ser borboleta se eu sempre fui lagarta? E ao tornar-me em tal magnânimo ser, qual será a razão do meu viver? Ao chegar ao ápice de minha evolução, terei eu algum objetivo a me ater?"
A pequena lagarta sabe que seu tempo como lagarta está acabando e, que uma nova vida está apenas começando. Ela quer evoluir, porém teme que com isso, venha a se perder. E a esta altura, nem ela mesmo sabe ao certo a onde ir. Ele insiste em adiar, mesmo sabendo que este este fenômeno é inadiável. Ela sabe que, se continuar como está, irá atrofiar.
E o tempo passa, e muitas lagartas conhecidas tornaram-se em belas borboletas. Algumas dançam as canções dos grilos e cigarras, enquanto outras se aventuraram pelo mundo, há ainda aquelas que chegaram a se casar e constituir família, outras de diferentes formas se perdem e se encontram diversas vezes, e muitas, fatalmente morrem. No entanto, a pequena lagarta resiste em seu mundo cada vez menor.
Uma coisa a pequena lagarta ainda não sabe, e não sabe pois seus medos não permitem revelar a ela sua lenta, porém constante transformação. Na verdade,suas pequenas asas estão rompendo lentamente seu casulo ao longo da noite. Contudo, somente após o instante da bela aurora que a pequena lagarta pôde sentir o orvalho em seu corpo acompanhado por uma brisa suave. Foi então que a lagarta deu-se conta de que já não era mais aquela estranha lagarta esverdeada e que há tempos tornara-se em uma bela borboleta azulada.
O sonho de toda lagarta é tornar-se em uma borboleta. Aliás, não trata-se de um sonho ou um ideal apenas, mas o propósito de vida de toda lagarta. Algo que vem do extinto, algo ligado à essência de cada lagarta.
Entretanto, existe uma lagarta em especial que em meio de seu estágio de isolamento, está cercada de dúvidas e temores, e que se questiona: " O que será de mim quando eu sair daqui? Eu que sempre vivi como uma lagarta cujo o propósito é tornar-se borboleta, agora eu questiono: como haverei de ser borboleta se eu sempre fui lagarta? E ao tornar-me em tal magnânimo ser, qual será a razão do meu viver? Ao chegar ao ápice de minha evolução, terei eu algum objetivo a me ater?"
A pequena lagarta sabe que seu tempo como lagarta está acabando e, que uma nova vida está apenas começando. Ela quer evoluir, porém teme que com isso, venha a se perder. E a esta altura, nem ela mesmo sabe ao certo a onde ir. Ele insiste em adiar, mesmo sabendo que este este fenômeno é inadiável. Ela sabe que, se continuar como está, irá atrofiar.
E o tempo passa, e muitas lagartas conhecidas tornaram-se em belas borboletas. Algumas dançam as canções dos grilos e cigarras, enquanto outras se aventuraram pelo mundo, há ainda aquelas que chegaram a se casar e constituir família, outras de diferentes formas se perdem e se encontram diversas vezes, e muitas, fatalmente morrem. No entanto, a pequena lagarta resiste em seu mundo cada vez menor.
Uma coisa a pequena lagarta ainda não sabe, e não sabe pois seus medos não permitem revelar a ela sua lenta, porém constante transformação. Na verdade,suas pequenas asas estão rompendo lentamente seu casulo ao longo da noite. Contudo, somente após o instante da bela aurora que a pequena lagarta pôde sentir o orvalho em seu corpo acompanhado por uma brisa suave. Foi então que a lagarta deu-se conta de que já não era mais aquela estranha lagarta esverdeada e que há tempos tornara-se em uma bela borboleta azulada.
Nenhum comentário:
Postar um comentário