
Estou em uma fase em que só me resta o nome, como a certeza do que eu sou: não sou de esquerda, de direita, de centro; não sou negra, branca, vermelha ou amarela; nem cristã, pagã, , ateia, cética ou niilista; eu não sou hetero, homo, bi ou assexuada.
Só resta o nome. Nem as lembranças me servem, pois toda a lembrança que possuo, assim como o conhecimento de mim mesmo e de todo, há tempos fundiram-se às ficções construídas pelo lado direito do cérebro.
"Imagino" saber algo um pouco além do nome. Na verdade, eu só faço de minhas imagens e projeções, minhas crenças. Agora se há verdade, se é que há verdade em tudo isso, eu não sei, apenas creio haver.
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