segunda-feira, 27 de julho de 2009

Sobre a idéia de clausura consciente


Alguns textos apresentados por um excelentíssimo amigo meu sobre a morte em vida e a ideia de clausura consciente fez com que eu refletisse a respeito de algo muito impertinente e até desastroso, do qual eu venho conduzindo a minha vida ultimamente. Na verdade os textos me inspiraram a um outro, de forma que eu não pude deixar de publicá-lo e muito menos agradecer ao amigo que apontou-me a este foco, mesmo que indiretamente...

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Nos últimos tempos este vem sendo a minha postura perante ao mundo: tanto o meu mundo quanto mundo compartilhado com o(s) outro(s). O que se transforma em um problema, quando aquilo que deveria ser tido como um "Estado Temporário" cujo o intuito deveria reestabelecer a ordem de nós mesmos, na busca incessante por equilíbrio. Mas que na verdade, acaba por tornar-se em um vício ou condição odiosa. Condição esta tão miserável e permanente que oprime aquela velha natureza fascinante de nós mesmos: A Emoção aliada à incrível capacidade de criar expectativas e filmes com notas românticas e agridoces, que guardamos cuidadosamente na memória, dando assim um significado para nossa vida à medida em que escrevemos ou desenhamos nossa história.
Em casos como estes, quando o estado torna-se algo permanente e imanente em nós mesmos, pode-se dizer que a vida perde todo o sentido: Estamos mortos ainda que haja um corpo quente capaz de gesticular...

Um comentário:

Fernando disse...

Mew...lindo...sem palavras...fiquei até emocionado...viva a retomadade vida!! estarei sempre do seu lado, para puxar sua orelha,amigona!

Desculpe Meu Amor

90% dos seus chiloques eu não entendo. Desculpe, mas eu simplesmente e francamente não compreendo! Ah, meu Amor você é tão lindo! Isto po...