Te procurei nos olhares de pessoas conhecidas e desconhecidas.
Te desejei nas noites mal dormidas.
Te imaginei, tentei te inventar: inventava e vivia instantes irreais.
Te esperei, me desesperei, chorei pela angústia de não te encontrar.
Amado, eu te amei muito antes de ter te encontrado.
Te encontrei, me testei, me realizei!
E entre uma casquinha e outra, em um dia frio e chuvoso, flutuamos de mãos dadas numa Paulista apressada!
Não me surpreendestes com uma margarida roubada! Mas com teus narcisos fui impressionada!
As balinhas de goma com o gosto da pureza da infância, ao seu lado, eu provei. E você provou do gosto, você me provou ter sentido o mesmo.
E depois de tudo isso, pela primeira vez, minhas esperas fizeram sentido.
Vaga-lumes são inspirações noturnas que brilham em meu quarto. Múltiplas e frenéticas colidem entre si; e como estrelas que se unem em constelações, nasce o verso, a prosa sem nexo, a doxa, a palavra sufocada.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
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Um comentário:
Embora em muitos dias eu esteja mais pro Amado dos Ursinhos Carinhosos.
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