Dizem que existem 2 infâncias: a infância da qual pouco sabemos e a infância de quando chegamos na velhice.
O idoso volta a ser criança, independente dele depender ou não de pessoas, independente dele ter ou não sua autonomia.
O idoso viveu de tudo. Correu muito na juventude, aprendeu com erros, adquiriu saber.
Acelerou no passado, desacela no presente, até que no futuro, seja completamente parado. Ele, assim como a criança, perdeu a noção de futuro, vive o presente. A diferença é que ao contrário da criança, o idoso carrega uma enciclopédia ou autobiografia contendo uma vasta experiência daquilo que fez e que não fez, do que é e do que não é. Ao passo que a criança ainda terá muito tempo pela frente, para construir sua história.
O que aproxima um do outro, a criança do idoso não é a fragilidade de seus corpos e a dependência constante de uma pessoa por perto, mas o olhar de quem contempla e descobre um mundo novo, é o viver o presente instante à sua maneira sem o medo dos jovens.
Vaga-lumes são inspirações noturnas que brilham em meu quarto. Múltiplas e frenéticas colidem entre si; e como estrelas que se unem em constelações, nasce o verso, a prosa sem nexo, a doxa, a palavra sufocada.
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Infância e Velhice
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