Bebo de sua fonte, doces palavras, aveludada voz que aquece o peito, que mata minha sede de ilusões, ao mesmo tempo que mascara a verdade. Eu bebo, chego a me embriagar neste nectar persuasivo, por esta voz, som evocado por uma flauta. Flutuo, como flutuo... Eis um absurdo bestial, a concepção de um mortal flutuar. Mas flutuo, não sei como mas este milagre ocorre mas na fuga de mim mesmo, na fuga da verdade que me marca e fere: eu me permito me enganar, me levar por esta incerteza. E nesse misto de loucura e embriaguez sou guiada pelo vento, convencido de que não existe tempo. E eu vou, não sei a onde, sei que vou...eu vôo, conduzido pela noite: do Nada á mais temível das emboscadas!
Vaga-lumes são inspirações noturnas que brilham em meu quarto. Múltiplas e frenéticas colidem entre si; e como estrelas que se unem em constelações, nasce o verso, a prosa sem nexo, a doxa, a palavra sufocada.
domingo, 25 de agosto de 2013
Sedução
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Desculpe Meu Amor
90% dos seus chiloques eu não entendo. Desculpe, mas eu simplesmente e francamente não compreendo! Ah, meu Amor você é tão lindo! Isto po...
-
T udo o que posso dizer é que Eirene é colorida, mais parece pintura em aquarela. Alem de tudo é frágil e singela, indescritivelmente bela! ...
-
"Como transformar Potência em Ato sem passar pela Privação?A vantagem da Privação é simplesmente a possibilidade de avaliar o que somos...
Nenhum comentário:
Postar um comentário