
Hoje eu me vi no Alasca, se não fossem meus amigos VAGA-LUMES estaria certamente perdida. Hoje eu vi o quanto é o peso do meu fardo: estudante de filosofia, uma livre-pensadora, um super-homem que sofre de naúseas existenciais, que assim como Éros amante de Afrodite e tudo aquilo que contém a beleza em si...
Hoje eu me enxerguei, hoje eu vi a luz do fundo da caverna e tentei me comunicar com o mundo, mas como poderia eu dizer aquilo que é indizível? Mas eu tentei, me frustrei quando quis apontar para todos aquilo que há de mais belo e perfeito: a essência, a luz... Mas ninguém vê, ninguém quer ver o que eu vejo...
Estou só, nunca senti tamanha solidão. Ninguém acredita, ninguém quer acreditar e sou tida como louca ou intelectual, quando na verdade tudo o que sou é apenas um antigo municípe que saiu de seu mundo com o intuito de explorar novas Terras e que ao voltar a sua Terra Natal viu-se como um estrangeiro...
É a noite cósmica, é belo, perfeito, mas é frio e tão vazio esse mundo ao qual eu passei a pertencer...
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