domingo, 28 de junho de 2009

Ecos de Insensatez


Eu sou o devir incessante que anseia o permanente.
- Paradoxo?! Talvez sim... por que não?
Existem coisas, tantas coisas...
coisas que se atendem,
mas que não se entendem.
Necessidades da vida...
de uma vida necessária.
- Será que a necessidade se faz necessária?

Pensando, agindo, existindo...
Existimos pois pensamos.
Quando menos esperamos,
pensamos que em meio
de tantos pensamentos, sentimentos...
necessários, desconexos e sem freio:
" O devir torna-se o anseio incessante
de algo que tornou-se permanente".

Um comentário:

Fernando disse...

Ecos e mais Ecos...este é meu tormento..mas o devir...qual este ...o é...e eu sou...eu tento...eu me movimento enm direção a ele assim como ele a mim, tornando-nos um..
LINDO SÀ!!!!!! gostei mesmo...estava sentindo falta da poesia...

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