
Algum dia,
bem que o outro
gostaria de enxergar
de modo singular:
com semelhança
ou ao menos, esperança.
Certo dia despertei.
Tendo me deparado
com tanto absurdo
aterrorizado, gritei.
Mas o mundo é surdo
então, me calei.
Eu aceitei tal condição.
Driblo os revezes com a razão.
Amenizo a agonia
com a imaginação.
Fiz da utopia minha consolação.
Ilusões adocicadas,
sentimentos dispersos,
pequeninas projeções
cuidadosamente guardadas
e que são reveladas
em forma de versos.
Um comentário:
Versos seus...versos meus...tão não, teus...que passam a ser nossos... como a fagulha que se apaga, a gota que cai, a onda vem e que vai...me LEVA! eis meu grito, meu suspiro e meu acalanto dado pela solidão de se sentir só...versos sem nexo...versos...com nexo...versos que falam e sangram...
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