Estou desregulada como o mundo em que habito. Faz calor aqui dentro, e este calor não só assusta como se transformam em bocas de fogo famintas por devastação.
Vejo minhas certezas, minhas geleiras se diluírem em oceanos profundos e misteriosos...E o volume das águas selvagens engolem minhas ilhas...arquipélagos inteiros somem...cai no esquecimento quando consumidos pelas tsunames de emoções profundas...Meus deuses caem, são engolido pelo chão que se abrem em meus pés...
Onde estás? Onde tu se escondes Pequenina? Por entre os espinhos, penhasco abaixo? Por detrás das nuvens?
Por que me deixastes, Esperança? Por quanto tempo meu mundo haverá de definhar até tu voltares a habitar aqui dentro?
Se manifeste Fé inabalável, chova neste corpo sedento e arruinado. Me faça crer em outra causa, me traga algum novo Deus, alguma nova Verdade, alguma perspectiva, convicção, alienação.
Vaga-lumes são inspirações noturnas que brilham em meu quarto. Múltiplas e frenéticas colidem entre si; e como estrelas que se unem em constelações, nasce o verso, a prosa sem nexo, a doxa, a palavra sufocada.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
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