Não vou falar de "Saudade", pois a saudade é tanta que não cabe em palavras.
Não vou falar de "Esperança", porque ela é confusa: ao mesmo tempo que preenche a falta, esvazia a razão.
Não vou falar de "Amor ", pois não sinto falta, nem o tenho em excesso.
Não vou falar de "Razão", pois minha mente mente a cada percepção apreendida.
Se eu falar de "Fé", terei de falar com cautela. E se estou tão confusa á cerca do meu juízo, o melhor que pode-se esperar de "Quem tem Juízo " é o Silêncio.
Vou falar do que me parece simples dizer, daquilo cujas as palavras por si mesmas já bastam: é o Vazio, é o Escuro, é o Silêncio que se cala no Barulho.
Eis TUDO!
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