Assim como as ostras que habitam os mares, são os homens que habitam os continentes...
A tranquilidade acaba quando um minúsculo grão de areia penetra em sua cabeça, gerando dor. Este evento gera dor, gera seqüelas, muda a vida deste ser seja Homem, seja Ostra. Uma vez que este corpo estranho invade a mente, nem o Homem nem a Ostra tem o poder de expelir.
Tanto um quanto o outro, aprende desde então a conviver com o mau que habita em si: e é assim que as Ostras com o passar do tempo transformam o grão de areia em pérola. E o Homem faz de sua dor cicatrizada sua obra.
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